"Paper Graveyards" não é uma obra de história da arte tradicional, nem de crítica literária. Não é estritamente uma história de ideias, apesar de sua erudição muito evidente. Em vez disso, ao usar todos esses métodos e abordagens - e com extraordinária atenção à linguagem e ao estilo - a escrita de Cadava examina a explosão espetacular de imagens durante os últimos vinte anos como um estímulo para discutir não apenas imagens específicas, mas o papel e o lugar dessas imagens em nossa vida cotidiana.

De Eduardo Cadava


Através de sua lente, vemos exteriores esplêndidos e palacianos (alguns projetados por arquitetos proeminentes como H. H. Richardson e Samuel Sloan) e interiores em ruínas - cadeiras empilhadas contra paredes com tinta descascada em um grande corredor; escovas de dentes coloridas ainda penduradas em um suporte; pilhas de malas, nunca empacotadas para a viagem de volta.

Por Christopher Payne
Introdução de Oliver Sacks


O Autoícone consiste em uma inteligência artificial (IA) baseada em Java e em uma rede neural que envolve o usuário em um "chat" baseado em texto e fornece respostas, recorrendo a uma densa série de "pontos de dados" relacionados a Rodney e seu trabalho, incluindo documentação de obras de arte, registros médicos, entrevistas, imagens, anotações e vídeos. Tanto a partir deste arquivo interno quanto do arquivo externo da Internet, uma "máquina de montagem" compõe imagens constantemente mutantes de acordo com um sistema baseado em regras estabelecido em torno do processo de trabalho de Rodney.

Por Richard Birkett

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